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Comboios, o primeiro e o último

Publicado a 12/03/2011, 08:08 por Nuno Sentieiro   [ atualizado a 27/03/2011, 14:18 ]

O último comboio para a cidade de queijo é um grande jogo.
Com excepção do setup mais estúpido do Mundo e da arte - entranhas style - é um dos jogos mais originais que já joguei. Mesmo o setup, de tão estúpido, é original e faz um bocado de sentido. A arte (ou a ausência dela) pode ser considerada objecto de culto, uma espécie de anti-arte dadaísta...
No último comboio para Nuremberga, já sem culto, ou pretensões a ele, encontramos uma espécie de arte, qualquer coisa que se assemelha a um tabuleiro e componentes das viagens de Gulliver, dois dedos de sal e pimenta do Lidl e uma dose de Macieira para a família.
Maior abrangência em número de jogadores, um mapa mais "faz o que quiseres que ainda te safas", um mini sistema de pontuação e os fantásticos cubos cinzentos de cerveja...
Continua um grande jogo mantém o cheiro a queijo, agora de pequeno almoço, e acima de tudo, dá para ver se é da Majora e surpresa: - os primeiros voltam a ser os últimos.
Um "must have" em qualquer colecção.
2-4, dois mapas, duas formas de jogar a três jogadores, uma espécie de expansão, tudo numa caixa laranja sem delírios de governo ou ilusões de oposição.
Pouca terra... pouca terra...

8/10

#nbs#

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