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Lords of War


Lords of war é um jogo de cartas em que 2 raças lutam entre si numa batalha feroz. 

Neste momento existem 4 raças disponíveis, sendo que um 3º conjunto está prestes a sair.

As regras do jogo são bastante simples. Cada jogador tem 6 cartas na mão e o “tabuleiro” consiste numa grelha.

Existem 3 fases num turno, os jogadores jogam 1 carta e depois disso há molho. Todos batem em todos ao mesmo tempo.

No fim da batatada, o jogador activo vai buscar cartas até ter 6 de volta na mão,

Ok, e é isto. Pelo menos a versão simplificada.

Explicando em detalhe:

Regras: Cada jogador joga com um baralho de 36 cartas. Essas cartas representam unidades militares de vários rankings desde unidades regulares a comandantes. Já agora fica já explicado como se ganha e quando acaba o jogo.

Vitória - Um jogador ganha o jogo quando elimina a vigésima unidade do adversário ou o 4º dos seus 6 comandantes. Simples.

Fechado este importante parênteses, e passando à estrutura das cartas, basicamente têm setas de ataque e um valor de defesa, além da sua classe.

O que há a destacar será a classe, pois podemos estar a falar de uma criatura de combate à distância ou não. Se for o caso, a criatura pode ser colocada adjacente a uma criatura do jogador activo, se não for e é o caso mais normal nos “starter decks” ela terá que ser colocada junto a uma criatura do oponente e de forma a que uma das suas setas de ataque provoque dano.

Esta é a primeira fase do turno. Após isto todas as criaturas provocam dano aos seus oponentes se estiverem adjacentes e uma das suas setas de ataque lhes estiver apontada. Sendo assim, uma criatura pode receber dano de até 4,5,6 outras criaturas. Se o total do dano superior à sua defesa então a criatura é destruída.

Uma regra importante é que a criatura terá que ser sempre colocada virada para cima, em relação ao jogador que a coloca.

Após todas as criaturas no tabuleiro atribuírem dano e as que eventualmente foram destruídas forem removidas o jogador activo bisca uma carta do seu baralho, ou então poderá ir buscar uma criatura ao tabuleiro (esta opção tem algumas excepções, como não pode ser a que se colocou agora, nem uma criatura que esteja adjacente a um adversário ou que tenha dado dano).

Finalizado o seu turno, é a vez de o oponente fazer o mesmo, e assim por diante até que um dos jogadores atinja as condições de vitória.

Opinião pessoal

Este é um daqueles jogos “fast and furious” que me agrada de sobremaneira. Além da simplicidade das regras, como se pode perceber, o jogo tem muita porrada, mas não é tudo pois tem também estratégia no posicionamento das cartas bem como na decisão de se ir buscar uma carta ao deck ou ao tabuleiro. São decisões importantes e decisivas no decorrer do jogo.

Um dos outros factores que me agrada é a possibilidade de alterar o baralho. Se tivermos mais que um starter deck, podemos mudar as criaturas desde que não alteremos os ranks, ou seja, temos que ter sempre 6 comandantes, 4 unidades especiais, 4 de elite, 6 veteranos, 8 regulares e 8 recrutas, mas dentro destes ranks existem criaturas diferentes e que podemos substituir por outras.

Além de fazer alterações em decks da mesma raça podemos ainda criar baralhos de multi-raças, mais uma vez mantendo o número de unidades por ranking e assim criar um baralho de Orcs e Lizardmen por exemplo. As opções são muitas e desafiantes.

Existe ainda um modo onde podemos jogar sem tabuleiro/fronteiras e isso altera o jogo de uma forma radical.

Apreciação final: 7/10