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Mesa de consoada

O Natal trouxe-me sempre algo de muito especial: a reunião de toda a família. Antes eram os tios e os primos, agora os irmãos, cunhados e sobrinhos.
 
São sempre dois ou três dias de muita gente junta em ambiente de festa. É pois uma boa oportunidade para levar à mesa um divertido jogo.

Mas não faltam os entraves. Um jogo mais pesado precisa de calma e não de miúdos a correr e a gritar; para além disso há sempre alguém a ficar de fora, que de imediato nos acusa de nos estarmos a apartar da festa…

A melhor estratégia é esperar que os “velhotes” puxem pelo habitual baralho de cartas e se atirem a uma sueca. Essa é a deixa para juntar os doces ao centro da mesa e libertar a outra ponta para uma caixinha mágica…

1 – Dixit, não carece de apresentação. A malta já o jogou anteriormente e sabe que vem lá divertimento na certa. Pode até ter sido uma das prendas do Costa!

2 – Pikomino, nem precisa de mesa arrumada. Os dados rolam bem por entre copos meio vazios e taças de mousse de chocolate meio cheias…

3 – 7 Wonders, é a novidade. Agrada já aos mais exigentes, alberga até 7 jogadores e pode explicar-se às três pancadas que só o segundo jogo é que vai ser a sério!

4 – Carcassonne, ai que giro! Espraia-se pela mesa sem grandes dificuldades nem explicações. Quer a avó quer o neto conseguem perceber o principal da coisa e na altura de contabilizar os prados já a malta regressou à taça de mousse…

5 – Wits & Wagers, “eu sabia essa!” É só contornar as milhas e polegadas e dá para fazer parelha com o marido ou a namorada, para umas boas gargalhadas e para os mais avessos a jogos mostrarem o que aprendem com os livros ou o jornal… ou não!
 
 
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